Humorista afirmou que uma produção de comédia provocou reações extremas e relembrou o período de tensão vivido pelo grupo durante participação no “Conversa com Bial”
Fábio Porchat abriu o jogo sobre um dos momentos mais delicados vividos pelo Porta dos Fundos. Durante participação no “Conversa com Bial” (TV Globo), exibido nesta terça-feira (14/7), o humorista relembrou as ameaças de morte recebidas após a publicação de uma esquete que satirizava a milícia e a polícia do Rio de Janeiro. Ao lado de Gregório Duvivier e João Vicente de Castro, ele recordou o impacto que a repercussão teve sobre o grupo ao longo dos anos.
Ao relembrar o caso, Porchat destacou a força que o humor pode ter e se mostrou impressionado com a reação provocada por uma produção de comédia. Segundo ele, a repercussão ultrapassou qualquer limite e resultou em intimidações: “E falando brincando, o que é louco. Olha como a comédia é tão potente e forte! A gente faz uma piada e a pessoa fica tão mexida com isso que ela joga bomba e ameaça de morte”, afirmou o apresentador, ao comentar o episódio.
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Quem também compartilhou uma experiência marcante foi João Vicente de Castro. O ator contou que passou por uma abordagem policial enquanto estava acompanhado de Ian Raul Samarão Brandão Fernandes, um dos fundadores do Porta dos Fundos, e do humorista Gabriel Carbonelli do Couto, conhecido como Totoro: “O policial me parou, olhou o carro e pediu minha mochila. Encurtando a história, ele ficou ali duas horas comigo e, no final, falou: ‘Se eu fosse da velha guarda, você não sairia daqui hoje’”, relembrou.
Gregório Duvivier também recordou o período de tensão vivido após a repercussão da esquete. Pai de duas meninas, o humorista revelou que precisou andar com segurança por cerca de três meses e contou que até momentos simples ao lado da família foram afetados: “Imagina isso, eu indo brincar com a minha filha, de 2 anos de idade, na pracinha e com um segurança ao lado. Foi uma época muito tensa!”, desabafou o ator ao recordar o episódio.





