Preta Gil chegou a imaginar como gostaria que fosse sua despedida. A revelação aparece no documentário “Preta – Eu Não Ando Só”, lançado na segunda-feira (20/7), na GloboPlay, um ano após a morte da cantora, que enfrentou um câncer no intestino.
Em uma conversa com o empresário e amigo Marcello Azevedo, a artista falou sobre o assunto de maneira descontraída e descreveu uma cerimônia distante do clima tradicional de luto. Para Preta, a despedida deveria ser marcada por música, encontros e celebração.
“Eu quero uma coisa muito chique no velório. Eu quero uma coisa assim: festiva, drinks…”, afirmou a artista, arrancando risadas dos amigos que estavam com ela.
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Na sequência, ela ainda imaginou uma cena inusitada para a cerimônia: “Aí algumas pessoas falam algumas coisas, muita música…Quando o caixão fica ali, em cima do trio elétrico”, comentou também Preta.
A cantora também revelou que desejava ser cremada e que as cinzas fossem distribuídas entre pessoas próximas.
Após sua morte, parte do que havia idealizado acabou se concretizando. O velório foi realizado com a presença do público no Theatro Municipal do Rio de Janeiro. Depois, o corpo foi transportado em um caminhão do Corpo de Bombeiros até o Cemitério da Penitência, no Caju, em um cortejo marcado por homenagens.
A despedida ainda contou com um espaço de convivência para os convidados, com bebidas e uma atmosfera voltada à celebração da vida e da trajetória de Preta Gil.














