Mais econômico que moto: BYD rompe padrões com carros elétricos no Brasil

Mais econômico que moto: BYD rompe padrões com carros elétricos no Brasil


Vice-presidente sênior da montadora no Brasil, Alexandre Baldy destaca como a marca freou a inflação dos carros e barateou o custo de vida dos motoristas

A instabilidade global, como as tensões no Oriente Médio, reflete diretamente em um lugar muito sensível para o brasileiro: o posto de combustível. Com o preço da gasolina ultrapassando os R$ 9 em algumas regiões do país, a transição para a mobilidade elétrica deixou de ser apenas uma questão de sustentabilidade. É exatamente nesse cenário que a BYD tem reescrito a história do mercado automobilístico nacional.

Acostumado com os reajustes anuais de preços praticados pelas montadoras tradicionais, o consumidor brasileiro foi surpreendido pela estratégia da gigante asiática. Alexandre Baldy, vice-presidente sênior da BYD no Brasil, destaca que a marca chegou para revolucionar a lógica do setor.

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Alexandre Baldy, presidente da BYD no BrasilCrédito: Portal LeoDias

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Vice-presidente da BYD Brasil, Alexandre Baldy conversou com Fernanda Siccherolli, do portal LeoDiasCrédito: Portal LeoDias


“Revolucionamos o mercado, porque nós colocamos as coisas no seu devido lugar. Quando eu lancei o BYD Dolphin GS 2023 por R$ 149.990, até hoje é o mesmo valor”, revela o executivo. Ele explica que a montadora simplesmente quebrou a velha tradição de encarecer os veículos ano após ano.

“Quando nós debatemos BYD no Brasil, ele vai muito além de fabricar carros. Ele vai da criação de um novo conceito […] uma nova cultura, porque não é precisar mais de um posto de combustível e sim carregar na tomada da sua casa”, completa Baldy.

Economia que faz a diferença no bolso

A equação para quem opta por um elétrico ou híbrido fecha com facilidade quando colocada na ponta do lápis. O crescimento exponencial da marca no país reflete o que o público já entendeu na prática: investir em sustentabilidade é, hoje, sinônimo de inteligência financeira e independência das crises do petróleo.

“Você gasta cinco vezes menos para carregar na tomada do que para abastecer no posto de combustível. Manutenção, porque você gasta aí em torno de 80% a menos para a manutenção do seu carro elétrico do que você gastaria num carro a óleo diesel”, enfatiza o vice-presidente.

Por muito tempo, o conceito de “carro econômico” no Brasil esteve diretamente atrelado à falta de conforto. Para pagar menos na compra, o consumidor precisava aceitar um veículo básico e abrir mão de itens como ar-condicionado, câmbio automático e vidros elétricos. A BYD rompeu esse paradigma de forma agressiva.

Hoje, a economia máxima caminha lado a lado com um pacote completo de luxo e tecnologia de ponta. O maior exemplo dessa virada de chave é o sucesso do compacto da montadora nas ruas. “Hoje o carro tem tudo e o Dolphin Mini é o carro mais econômico do Brasil, quase 60 quilômetros por litro. Ele é mais econômico que uma Moto CG”, concluiu o executivo, colocando um ponto final na era em que os motoristas precisavam escolher entre ter conforto ou economizar dinheiro.

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