Bruno também falou sobre a nova fase do filho, Enzo Rabelo, e analisou as dificuldades para o surgimento de fenômenos nacionais no sertanejo
Bruno e Marrone levaram seus grandes sucessos ao Villa Country, em São Paulo, na última sexta-feira (14/8), e aproveitaram a passagem pela capital paulista para conversar com o portal LeoDias. A dupla se apresentou na tradicional casa de shows localizada no bairro da Água Branca, distrito da Barra Funda, na Zona Oeste da cidade. Nos bastidores, os sertanejos receberam a repórter Mônica Apor para um bate-papo descontraído sobre carreira e vida pessoal. A noite ganhou ainda um encontro em família, com Enzo Rabelo, filho de Bruno, dividindo o palco com o pai.
Marrone abriu o jogo sobre suas preferências longe dos holofotes e mostrou que não se prende ao gênero que o consagrou. Ao ser questionado sobre o que costuma entrar em sua playlist, o músico entregou referências bastante variadas e ainda arrancou risadas ao revelar que, dependendo da ocasião, embarca sem preconceito no que estiver tocando: “Eu sou eclético. Eu gosto de música internacional, algumas músicas nacionais. Tem alguns rock nacionais que eu gosto. Tem rock internacional, música internacional. Eu gosto de ABBA. Sou apaixonado por eles! Eu ouço música caipira, isso depende do momento, eu ouço até funk, onde eu tô. Vou até na boquinha da garrafa”, contou, aos risos.
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Bruno, por sua vez, comentou a presença de Enzo no espetáculo e demonstrou entusiasmo com a nova fase do filho. Aos 18 anos, o jovem passa a ter mais liberdade até na escolha do repertório que pode interpretar ao lado do pai: “O Enzo está aí hoje, vai cantar. Vai fazer uma participação hoje aí. Agora fez 18, agora a gente vai começar a cantar umas músicas que pode, né? Porque antigamente eu não podia falar, por causa da idade, agora já pode”, brincou o artista. O momento proporcionou ao público uma dobradinha entre gerações e reforçou a relação dos dois também na música.
Mônica também quis saber em quem Bruno e Marrone apostam entre os nomes da nova geração e quais deles têm potencial para alcançar projeção no sertanejo. Na avaliação de Bruno, o cenário mudou com o avanço da internet, que fragmentou o consumo e abriu espaço para fenômenos regionais e públicos cada vez mais segmentados: “O Brasil hoje está muito… O Brasil é um continente, um país muito grande. Tem muitos sucessos individualizados, locais, muitos nichos. A internet fez isso. Hoje está difícil alguém estourar uma música. Mas, assim, no Nordeste tem muita gente boa. Hoje está difícil estourar!”, avaliou.





