Juntos desde 2023, Juliette e Kaique Cerveny estão a poucas horas de trocarem as alianças e dizerem o aguardado “sim”. Ao Hugo Gloss, o atleta de crossfit revelou detalhes da cerimônia e se abriu sobre a relação com a campeã do BBB.
O grande dia está chegando! Juliette e Kaique Cerveny estão a poucas horas de trocar as alianças e dizerem o aguardado “sim”. Juntos desde 2023, o casal irá celebrar a união nesta quinta-feira (29), com uma cerimônia para amigos e família no Recife, em Pernambuco. Em entrevista exclusiva ao hugogloss.com, o atleta de crossfit revelou um casal de famosos que ele queria muito que fossem padrinhos. Kaique também refletiu sobre a ansiedade com o casamento e antecipou até uma surpresa que preparou para a amada.
Segundo o noivo, um dos maiores desafios foi montar a lista de 300 convidados. Ele disse que não houve qualquer discordância entre os dois, mas admitiu o medo do casal de esquecer alguém importante para estar junto na data especial. “Isso pode acontecer, porque são tantas pessoas, às vezes passa. Mas a principal coisa foi: vamos convidar as pessoas que fazem parte da nossa vida de verdade e que a gente imagina que vão fazer parte por muito tempo. Não [discordamos]. Todas as decisões nossas foram unânimes, não teve nenhum problema com discordância“, contou.
Casamento de Juliette e Kaique terá padrinhos famosos
Anteriormente, Juliette já havia antecipado que Gil do Vigor, seu colega de confinamento no “BBB 21”, e Anitta estavam entre os escolhidos para padrinhos. Ela chegou a provocar sobre outra pessoa famosa que ocuparia o posto, mas fez suspense. Agora, porém, Kaique entregou que trata-se do casal Giovanna Ewbank e Bruno Gagliasso.
“Tem um casal que eu falei: ‘Cara, eles precisam ser [padrinhos]‘. Porque depois que eu conheci, eu passei a ter uma admiração gigantesca pelos dois, que são a Giovanna Ewbank e o Bruno Gagliasso. Eles têm uma família maravilhosa, são pessoas maravilhosas, a gente conviveu em vários momentos e [eles] passaram a ser pessoas que a gente admira muito, como pessoa, pai e mãe, família. É muito bonito ver isso e quando a gente foi montar nossa lista, eu falei: ‘Cara, eles não podem ficar de fora’”, declarou o noivo.

Agora é real!
No papo, Kaique também disse que sua ficha sobre o casamento só “caiu” quando ele e Juliette foram escolher as alianças. “Eu acho que a ficha foi caindo mesmo quando a gente foi escolher as alianças, e era um momento pelo qual eu estava muito ansioso. Não sei, eu vi a vida inteira aliança no dedo do meu pai, da minha mãe… A gente cria aquela ideia que quando você casa, você tem que colocar aliança e tudo mais. E quando a gente foi escolher as alianças, foi o momento em que eu falei: ‘Cara, eu estou casando’. É surreal essa sensação, mas foi muito gostoso vivenciar esse sentimento”, avaliou ele.
Apesar dos detalhes continuarem em segredo, o atleta antecipou que organizou uma surpresa especial para a noiva. “Tem uma surpresa pra ela bem especial, muito bem feita, com pessoas magníficas envolvidas e vai ser bem bonito”, afirmou. Cerveny também se esquivou de dizer quanto foi gasto com o casamento, apesar de em alguns momentos, ter se surpreendido com os custos. “Eu sou mais tranquilo. Pra mim, às vezes, tudo está ótimo. Então, acho que já tiveram vários momentos que eu falei assim: ‘Amor, tá tudo bom’. E ela: ‘Não, não. Vai ser assim, vamos fazer desse jeito’. E eu falei: ‘Ok, está ótimo‘”.
“Só sei que foi assim”
Na semana passada, o casal provocou os seguidores com um curta-metragem que eles filmaram no Lajedo de Pai Mateus, no Caririri paraibano. O vídeo teve direito a perseguição de motos e uma homenagem ao clássico “O Auto da Compadecida”. Para Kaique, esse foi, inclusive, um dos momentos mais especiais dos preparativos para o casamento.
“Durante todos os preparativos, o que eu mais vou guardar é uma viagem que a gente fez pro Cariri [no Ceará], com toda a nossa família, pra gente fazer uma gravação que, inclusive já saiu. A gente criou um filme se casando, ela me sequestrado com a gangue de motoqueiros. E foi muito legal. Ter juntado já as famílias no interior da Paraíba, que é um lugar magnífico, uma energia super boa, todos reunidos e já tendo essa sensação do casamento foi muito especial”, recordou.
Veja:
Na ocasião, Kaique e Juliette também realizaram uma cerimônia intimista. Um vídeo do momento foi divulgado nesta terça-feira (28). A artista usou um vestido com peças de crochê confeccionadas pela própria avó. Já para o casamento, ela surgirá com três vestidos. Kaique, por sua vez, fará apenas uma troca de roupa. “Vou trocar a parte de cima, o blazer, e colocar uma outra camisa diferente. Vai ser bem simples“, minimizou.
Por fim, ele falou dos planos de construir uma família com Juliette, e disse não se sentir pressionado para estar à altura da imagem pública da noiva. “Eu não quero competir com a grandeza dela, eu quero contribuir para a felicidade dela, assim como ela contribui pra minha. E no final, eu não preciso estar à altura da fama da Ju, eu quero estar à altura do amor dela, do respeito, da parceria que a gente constrói todos os dias“, concluiu.
Leia a entrevista completa:
HG: Estamos a menos de 24 horas para o grande dia. Como está o coração, as expectativas e os preparativos? Já está tudo pronto?
KC: Olha, agora, eu estou me sentindo bem ansioso, querendo comer tudo. A ansiedade batendo. Estou desesperado pra ver como vão ficar todos os detalhes que a gente passou tanto tempo definindo. E podendo viver esse momento com as pessoas que a gente ama tanto, que vão estar próximas, famílias e a amigos. Está praticamente tudo pronto.
HG: A Juliette já disse que, antes de você, não queria casar e nem acreditava muito no amor romântico. E agora, ela está prestes a subir ao altar. O que você acha que mudou? Qual o segredo do casal?
KC: Realmente, ela não queria de jeito nenhum, era muito resistente. Mas eu acho que… Eu fui descobrindo os pontos que ela se incomodava, que ela tinha alguns gatilhos. E com muita calma e paciência, eu fui entendendo isso e mostrando pra ela que algumas coisas poderiam ser diferentes. Eu fui mostrando quem eu era realmente através de muito tempo, muitas conversas, muita sabedoria, a gente encontrou um caminho muito legal a seguir. E eu acho que esse tenha sido o segredo: conversa e tempo. Eu acho que dessa forma, a gente consegue se compreender muito bem e entender a pessoa que a gente está lidando, né? E aí os dois se apaixonaram.
HG: São muitos detalhes num casamento. Qual foi a maior discussão que vocês tiveram durante a organização? Tem alguma coisa que você bateu o pé e pediu que fosse do seu jeito? E a Juliette?
KC: Realmente são muitos detalhes, fazer essa festa toda… São muitas decisões, muito tempo, mas a gente não teve nenhuma briga, nenhuma decisão que um bateu o pé e o outro não queria. Eu acho que a gente conseguiu se alinhar muito bem, nossos gostos são muito parecidos e isso facilitou. Nosso casamento tem um propósito muito bacana e eu acho que isso também ajudou nas decisões.
HG: Você já se mostrou algumas vezes surpreso com os custos desse casamento. Vocês têm a ideia exata de quanto já gastaram? Tem um teto?
KC: Olha, eu não me lembro de nada. Com certeza deve ter alguma coisa, porque ela (Juliette) tem os gostos muito bem definidos e ela tem tudo certinho na cabeça dela. E eu sou mais tranquilo. Pra mim, às vezes, tudo está ótimo. Então, acho que já tiveram vários momentos que eu falei assim: ‘Amor, tá tudo bom’. E ela: ‘Não, não. Vai ser assim, vamos fazer desse jeito’. E eu falei: ‘Ok, está ótimo’.
HG: A Juliette usará três vestidos ao longo da celebração. Você também tem planejado três looks, como vai ser isso? E tem alguma surpresa que você preparou para ela?
KC: Então, eu vou fazer só uma troca [de roupa], vou trocar a parte de cima, o blazer, e colocar uma outra camisa diferente. Mas eu acho que homem é muito mais fácil, né? Geralmente, como as mulheres usam um vestido grande e mais pesado durante a cerimônia, é difícil elas manterem isso no jantar, na festa. Então, eu vou fazer só essa troca, uma coisa bem simples. E sim, tem uma surpresa pra ela bem especial, muito bem feita, com pessoas magníficas envolvidas e vai ser bem bonito.
HG: Em que momento dos preparativos, caiu a ficha de que você realmente vai se casar com a Juliette?
KC: Eu acho que a ficha foi caindo mesmo quando a gente foi escolher as alianças, e era um momento pelo qual eu estava muito ansioso. Não sei, eu vi a vida inteira aliança no dedo do meu pai, da minha mãe… A gente cria aquela ideia que quando você casa, você tem que colocar aliança e tudo mais. E quando a gente foi escolher as alianças, foi o momento em que eu falei: ‘Cara, eu estou casando’. É surreal essa sensação, mas foi muito gostoso vivenciar esse sentimento.

HG: Qual foi a cena de vocês dois durante os preparativos que você gostaria de guardar para sempre?
KC: Durante todos os preparativos, o que eu mais vou guardar é uma viagem que a gente fez pro Cariri [no Ceará], com toda a nossa família, pra gente fazer uma gravação que, inclusive já saiu. A gente criou um filme se casando, ela me sequestrado com a gangue de motoqueiros. E foi muito legal. Ter juntado já as famílias no interior da Paraíba, que é um lugar magnífico, uma energia superboa, todos reunidos e já tendo essa sensação do casamento foi muito especial.
HG: O que você descobriu sobre a Juliette durante a organização do casamento que não sabia antes? E qual característica dela você mais admira como companheira e que talvez o público não conheça?
KC: Nada de diferente. A Ju é uma pessoa muito transparente com tudo e com todos, então, o jeito dela todo mundo sabe qual é. E como a gente trabalha em casa, ela faz as reuniões, trabalha o tempo inteiro. Eu já sei como ela trata tudo, as coisas dela, e ela sabe as minhas. Então, eu acho que não teve nenhuma novidade. Agora, uma das coisas que eu mais admiro [nela] como companheira é… Primeiro que ela é uma pessoa muito bondosa, tem um coração enorme, com qualquer pessoa. Outra coisa, ela é uma pessoa muito resolutiva, ela consegue resolver tudo na mesma hora com uma facilidade imensa. E uma das principais, que a maioria das pessoas não veem, acham que talvez ela seja muito durona pela vida dela, mas ela é uma pessoa muito carinhosa, amorosa e eu sou apaixonado nisso. Isso me completa muito.
HG: Você sente que, por ser noivo de Juliette, existe uma cobrança para estar sempre à altura da imagem pública dela?
KC: Olha, eu até acho que exista uma cobrança, sim. Mas, talvez, a maior cobrança não venha das pessoas e sim de como a gente escolhe lidar com a exposição. A Ju tem uma história linda, construiu muita coisa, conquistou o carinho de milhões de pessoas. Eu admiro muito tudo isso. Só que eu não entrei na vida dela para estar à altura da imagem pública que ela representa, eu entrei porque me apaixonei pela mulher que ela é quando não tem nenhuma câmera, foi assim que eu conheci ela.
E acho que esse é o ponto mais importante: um relacionamento não deveria ser sobre uma pessoa precisar alcançar a outra, mas sobre duas pessoas que se admiram e escolhem crescer juntas. E assim, eu não quero competir com a grandeza dela, eu quero contribuir para a felicidade dela, assim como ela contribui pra minha. E no final, eu não preciso estar à altura da fama da Ju, eu quero estar à altura do amor dela, do respeito, da parceria que a gente constrói todos os dias.
HG: A Juliette disse que foi bem difícil montar a lista de 300 convidados. Como foi esse processo, vocês chegaram a discordar de algum corte?
KC: Nossa, esse foi um dos processos mais longos, porque a gente fica com muito medo de esquecer as pessoas que a gente quer estar junto. E isso pode acontecer, porque são tantas pessoas, às vezes passa. Mas a principal coisa foi: vamos convidar as pessoas que fazem parte da nossa vida de verdade e que a gente imagina que vão fazer parte por muito tempo. Não [discordamos]. Todas as decisões nossas foram unânimes, não teve nenhum problema com discordância.
HG: Ela também já revelou que terá Anitta e Gil do Vigor como padrinhos. Do seu lado, tem algum famoso também?
KC: De padrinhos têm, mas é nosso, na verdade. Tem um casal que eu falei: ‘Cara, eles precisam ser [padrinhos]’. Porque depois que eu conheci, eu passei a ter uma admiração gigantesca pelos dois, que são a Giovanna Ewbank e o Bruno Gagliasso. Eles têm uma família maravilhosa, são pessoas maravilhosas, a gente conviveu em vários momentos e passaram a ser pessoas que a gente admira muito, como pessoa, pai e mãe, família. É muito bonito ver isso e quando a gente foi montar nossa lista, eu falei: ‘Cara, eles não podem ficar de fora’.

HG: A Juliette é uma mulher com uma personalidade muito forte, e que construiu a carreira em cima disso e da própria história. Como vocês balancearam para que a cerimônia possa contemplar as trajetórias e as identidades de ambos?
KC: Então, o casamento inteiro tem a nossa decisão e nossas escolhas. Eu valorizo muito a história dela, o cenário de onde ela veio. Então, a maioria das vezes, eu quis fazer parte dessa história dela. Até porque, se a gente for falar de onde eu sou, de onde ela é… Eu vivi a minha vida inteira mudando de cidades, então eu não criei um vínculo completo, mesmo que eu seja de São Paulo, eu me mudei de lá com 6 anos. Eu fui morar em Goiás, em Minas Gerais, interior de SP, Florianópolis, Brasília. Então, eu não criei um vínculo de algum lugar muito específico pra falar: ‘Quero carregar a história desse lugar’.
Mas ela tem essa ligação muito forte com o Nordeste. Então, algumas coisas que ela fez e foi me trazendo, eu falei: ‘Cara, a gente precisa ter isso no nosso casamento’. E isso vai ser lindo. Então, embora algumas coisas estejam puxando para o ambiente dela, tudo foi decidido por nós e o que tem dela está em mim.
HG: A Lua de Mel vai ser em dezembro? Já sabem onde?
KC: A gente ainda não tem data da Lua de Mel, estamos tentando planejar. Obviamente, torcendo pra que a gente consiga fazer isso esse ano ainda, falta só organizar. Tem vários lugares que a gente quer visitar, alguns que ela (Juliette) tem muita vontade, alguns que eu tenho. Precisamos organizar, mas ainda nada definido.
HG: E para após a Lua de Mel, o que você espera da vida a dois?
KC: Eu espero o que a gente já vem tendo, sabe? A gente mora junto há um tempo já, temos muita cumplicidade, companheirismo, amor, carinho, respeito. Então eu acho que é continuar reproduzindo isso todos os dias, fazendo com que o nosso amor só cresça e fortaleça, criando coisas novas juntos, crescendo juntos. Eu acho que são as principais coisas que a gente busca quando casa com uma pessoa. E depois, obviamente, a gente construir a nossa família juntos.
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