O ator James McAvoy participou do podcast “Happy Sad Confused” e revelou qual de seus filmes continua lhe rendendo dinheiro regularmente. Durante a conversa, o astro também comentou os pagamentos por outros trabalhos de sua carreira e a falta de reconhecimento do gênero terror nas premiações.
Nesta quinta-feira (15), o ator James McAvoy participou do podcast “Happy Sad Confused” e fez uma revelação curiosa sobre sua carreira em Hollywood: entre os diversos filmes dos quais participou, apenas um continua lhe rendendo dinheiro regularmente. Conhecido por produções de sucesso como “X-Men” e “Desejo e Reparação”, o astro surpreendeu ao apontar o longa responsável pelos pagamentos recorrentes.
Durante a conversa com Josh Horowitz, o escocês revelou que “Fragmentado”, suspense psicológico lançado em 2016 e dirigido por M. Night Shyamalan, é o único de seus trabalhos que lhe garante royalties consistentes.
Segundo ele, os pagamentos referentes a outras produções costumam ser bem menos expressivos. “De vez em quando, você recebe um cheque de algumas centenas de libras. Às vezes, chegam cheques de 25 centavos”, contou.
O cenário, porém, foi diferente com “Fragmentado”. James McAvoy explicou que os pagamentos começaram a chegar logo após a estreia do filme, que teve um orçamento de aproximadamente US$ 6 milhões (cerca de R$ 30,4 milhões) e recebeu um investimento estimado em US$ 30 milhões (aproximadamente R$ 152 milhões) em divulgação.
A aposta se mostrou certeira: apenas no primeiro fim de semana, o suspense arrecadou cerca de US$ 40 milhões – o equivalente a R$ 202,6 milhões. “Nosso primeiro pagamento veio no fim do primeiro fim de semana”, relembrou o ator, que classificou a experiência como uma loucura e elogiou a estratégia de Shyamalan.
No longa, James McAvoy interpreta Kevin, um homem com 24 personalidades distintas. Apesar dos elogios por sua atuação, o astro não recebeu indicações às principais premiações da indústria pelo papel e afirmou que não ficou surpreso com a falta de reconhecimento.
Assista ao trailer:
Para ele, o gênero do terror ainda é pouco valorizado nas premiações. “Pela quantidade de bons trabalhos feitos nesse gênero, ainda não vejo uma representação suficiente dessa qualidade”, avaliou.
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