Joe Manganiello revelou quando foi a última vez que conversou com Sofia Vergara, e se teve notícias delas desde o lançamento de seu livro bombástico. O ator ainda fez um desabafo delicado sobre a época difícil de sua vida, incluindo o divórcio da atriz.
Joe Manganiello revelou quando foi a última vez que conversou com Sofia Vergara, em entrevista ao programa “Andy Cohen Live”, da SiriusXM, nesta quinta-feira (15). O ator abordou o fim do casamento com a estrela de “Modern Family” e entregou que ela “não ficou feliz” com o livro de memórias dele, “Bloodlines“.
Desde o lançamento da obra, os nomes de Joe e Sofia tomaram conta dos holofotes devido ao exposed feito pelo artista sobre o divórcio conturbado dos dois. A biografia ainda se encarregou de detalhar a batalha longínqua de Manganiello contra uma doença autoimune e seu tratamento.
Direto, Cohen quis saber se o casamento dos artistas teria “sobrevivido”, caso a condição de saúde do ator fosse melhor. “Possivelmente”, respondeu Joe. “Você se arrepende [da separação]?”, perguntou o apresentador. “Sim, é claro. Sabe, às vezes, eu vejo fotos de nós dois quando começamos a namorar e é de partir o coração olhar para essas duas pessoas com a vida inteira pela frente. Mas nós não sabíamos o que nos aguardava”, afirmou o astro de “Magic Mike”.
“Eu me senti culpado por muito tempo”, admitiu, em seguida. Cohen ainda questionou se os dois chegaram a se falar desde o divórcio. “Eu não falo com ela desde então”, entregou o artista. “Você falou para ela na época sobre se sentir culpado?”, continuou o apresentador. “Sim, eu me sentia culpado, me sentia um fardo. Eu sabia que todos estavam cansados de mim, estavam cansados de me ver passar por isso”, desabafou Manganiello.

Joe ainda negou que a biografia seja “uma resposta” para o período de silêncio entre ele e Vergara. “Este livro sou eu contando a minha história, de uma maneira que eu tentei ser o mais elegante possível. Eu entendo que há coisas que estão sendo publicadas que fazem parecer que não é elegante, tiradas de contexto… E isso desvia do foco da mensagem do livro, que é tentar ajudar as pessoas que estão sofrendo em silêncio com essas doenças autoimunes”, justificou.
“[O livro é para essas pessoas que estão] vendo suas famílias passarem por dificuldades e que sentem que não podem falar sobre isso ou que sentem vergonha, ou porque têm vergonha de conversar sobre o trauma geracional ou o fato de que o genocídio ucraniano não é reconhecido e o que isso causou em gerações”, completou o artista.
Assista:
Joe Manganiello também revelou que a reação de Sofia a “Bloodlines” não foi a melhor. “Você enviou a ela uma cópia do livro?”, perguntou o Cohen. “Não”, respondeu o ator. “Você teve alguma notícia dela? Ela não está feliz”, prosseguiu o apresentador. “Eu tive”, contou o convidado.
“Eu acho que isso aconteceu antes de qualquer pessoa ler o livro. Então, para mim, o livro é uma discussão muito matizada sobre meu despertar espiritual e sobre a jornada que fiz para entender sua origem através da minha ancestralidade, o trauma geracional que me foi transmitido. As mesmas coisas que me causavam sofrimento mataram minha avó”, declarou Joe.
“E foi assim que eu entendi por que sofremos, por que estamos aqui. É uma experiência humana, e é sobre isso que o livro trata, e não sobre mais nada. Há personagens neste livro que precisam ser mencionados porque fazem parte dele. Mas dito isso, é sobre a minha família, sobre o que eu passei e as coisas que eu percebi”, concluiu o astro.
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