Kate Middleton voltou a ser apontada como possível figura importante diante da reaproximação de Harry e Meghan Markle com o Reino Unido. Especialistas da realeza britânica comentaram, em um documentário da ABC, como a princesa estaria lidando com o retorno dos Sussex e a relação entre os irmãos.
Com a volta de Harry e Meghan Markle para o Reino Unido, surgiram especulações de que Kate Middleton poderia atuar como “pacificadora” entre o príncipe William e seu irmão mais novo. Mas, ao que tudo indica, a princesa prefere não se envolver no assunto. Em um novo documentário, especialistas da realeza britânica revelaram como ela lida com a briga familiar e deram detalhes do comportamento do rei Charles III após o retorno do filho caçula à Inglaterra.
O jornalista Omid Scobie trouxe à tona os bastidores da monarquia em entrevista a um longa da ABC sobre a mudança do duque e da duquesa de Sussex para o Reino Unido. Em trecho divulgado pelo Daily Mail, ele resgatou as expectativas em torno do papel que a esposa do príncipe William poderia exercer diante do mal-estar entre eles. “Sempre se fala que Kate pode ser a pacificadora, aquela que conseguiria unir os dois irmãos”, disse.

No entanto, ele garantiu que a princesa certamente não irá intervir na situação. “Se aprendi alguma coisa ao longo dos anos cobrindo essa história, é que Kate tem muito pouco a ver com o relacionamento entre os irmãos”, acrescentou. O especialista ainda destacou que não espera que algo “mude” entre William e Harry com a volta do caçula ao país.
No mesmo documentário, a editora sênior da revista People, Erin Hill, reforçou as afirmações. Fontes do palácio confidenciaram a ela que William e Kate decidiram lidar com o assunto de maneira distante e mais “profissional”.
“William e Kate decidiram, nos bastidores, adotar uma abordagem real muito tradicional para lidar com isso. É manter a calma, seguir em frente e fazer o trabalho”, descreveu. “Neste momento, Harry e Meghan não são uma prioridade para eles, e eles estão muito focados no futuro”, completou.
Já o rei Charles III teria ficado um pouco mais mexido com o retorno do filho. Scobie revelou que “as coisas evoluíram” e que o monarca já “demonstra afeição” por Harry e Meghan. O jornalista ainda completou que “a frieza diminuiu” em relação ao duque e à duquesa de Sussex.
O relacionamento do casal com a família real ficou estremecido desde que Harry e Meghan decidiram renunciar às suas funções como membros seniores da coroa britânica, em março de 2020. Na ocasião, os dois se mudaram para Montecito, na Califórnia, onde viveram por seis anos com os filhos Archie, de 7 anos, e Lilibet, de 5. O casal retornou ao Reino Unido em agosto deste ano.

Além da curiosidade sobre como ficará a relação de Harry com a família após o rompimento e o retorno ao país, existe uma expectativa em ver pai e filhos juntos nos possíveis eventos e projetos sobre os 30 anos de morte da princesa Diana, em 2027.
Na semana passada, a People revelou que Harry planeja produzir um documentário sobre a mãe, mas a ideia não teria agradado em nada ao príncipe William. Richard Kay, colunista da revista, considerou que o plano do caçula pode dificultar ainda mais a reconciliação entre os irmãos.
“As pessoas sempre associam Harry à Diana, mas ela era mãe de dois meninos. William é tão filho de sua mãe quanto Harry, e Harry tentou reivindicar o legado de Diana para si, para intensa frustração de William”, disse. A família real britânica não se pronunciou sobre as especulações.
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