Malu Gaspar foi corrigida por Camila Bomfim ao vivo na GloboNews após afirmar que havia um mandado de busca e apreensão na casa de Flávio Bolsonaro, em Brasília. O STF negou a informação, que havia sido publicada anteriormente pelo g1 e depois corrigida pelo portal.
Malu Gaspar e Camila Bomfim protagonizaram um “climão” no GloboNews Radar desta quarta-feira (28). Ao falar sobre a fuga de Flávio Bolsonaro (PL) para os Estados Unidos, Malu afirmou que as autoridades estariam cumprindo mandado de busca e apreensão na casa do senador, em Brasília. A informação foi desmentida pela âncora do programa e a “saia justa” viralizou nas redes sociais.
“Está havendo busca e apreensão na casa do Flávio Bolsonaro lá em Brasília…”, iniciou Malu. Camila não deixou a colega completar a frase: “Não, não está tendo essa busca e apreensão. Uma matéria já desmentiu essa informação”. “Ah, não está?”, rebateu a comentarista, surpresa.

Confusa, Malu destacou que a notícia havia sido divulgada pela própria emissora. “Vocês deram essa informação”, disse. “Não. Essa informação foi dada mais cedo. O Supremo [Tribunal Federal] já disse que não está tendo e já há, ainda nos bastidores, uma discussão sobre isso”, explicou Camila.
Veja o “climão” entre Camila Bomfim e Malu Gaspar
Malu Gaspar: “Tá havendo busca e apreensão na casa do Flávio Bolsonaro…”
Camila Bonfim: “Não, não está.
Malu: “Ah não?”
Camila: “O Supremo já desmentiu essa informação” https://t.co/xQ9QRrhx8S
— Sérgio Santos (@ZAMENZA) October 28, 2026
Malu se referiu a uma matéria do g1 publicada no início da manhã. O texto informava que o Supremo Tribunal Federal (STF) teria autorizado uma operação de busca e apreensão na casa de Flávio Bolsonaro no Lago Sul, em Brasília. Menos de uma hora depois da publicação, o portal de notícias admitiu o erro. A Suprema Corte também emitiu uma nota oficial negando a informação.
“Trata-se de falsa a informação veiculada sobre a existência ou cumprimento de qualquer mandado de busca e apreensão direcionado ao senador Flávio Bolsonaro ou a seus endereços. Não há nenhuma decisão judicial nesse sentido, tampouco realização de diligência policial ou de busca e apreensão”, afirmou o texto.
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