O Muse surpreendeu os fãs ao alterar a identificação de seus perfis oficiais nas redes sociais. Após anos usando apenas o nome do grupo como usuário, a banda britânica passou a adotar uma nova versão nas plataformas.
O Muse precisou fazer uma mudança inesperada em seus perfis nas redes sociais. A banda britânica, que há anos utilizava apenas “muse” como nome de usuário, passou a aparecer nas plataformas como “@museband”. A alteração chamou a atenção dos fãs e está relacionada ao lançamento de uma nova ferramenta de inteligência artificial da Meta.
A empresa de Mark Zuckerberg apresentou nesta terça-feira (8) um assistente de IA que também recebeu o nome “Muse”. Segundo o Terra, a chegada da tecnologia levou o trio formado por Matt Bellamy, Chris Wolstenholme e Dominic Howard a modificar a identificação de seus perfis oficiais.
O novo Muse da Meta foi desenvolvido para realizar tarefas em nome do usuário, desde que receba autorização para acessar os serviços necessários. De acordo com o g1, a ferramenta pode, por exemplo, enviar e-mails, organizar viagens, realizar compras e pagamentos, além de interagir com aplicativos de agenda, saúde e dispositivos de casa inteligente.
Neste primeiro momento, o assistente está disponível somente nos Estados Unidos, tanto pelo WhatsApp quanto por um aplicativo próprio. A Meta também pretende levar a tecnologia aos seus óculos inteligentes futuramente, embora ainda não tenha informado quando a integração acontecerá.

O lançamento, porém, veio acompanhado de relatos de problemas durante os testes internos. Funcionários da Meta ouvidos pela Reuters afirmaram que a ferramenta apresentou comportamentos inesperados, como interrupções no funcionamento e desconexões. Em um dos testes, o agente teria chegado a expor fotos pessoais armazenadas no iCloud ao executar uma tarefa envolvendo imagens de uma festa infantil.
Vishal Shah, vice-presidente de produtos de IA da Meta, afirmou que o lançamento chegou a ser adiado para que a empresa pudesse reforçar as proteções da ferramenta. “É impossível afirmar que nunca haverá um erro, mas cada parte da arquitetura foi projetada para tornar o produto o mais seguro, protegido e privado que for possível”, declarou.
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