Pedro Scooby descobriu a existência de Mylena, sua irmã por parte de pai, durante uma ação judicial movida por uma ex-funcionária de Alexandre Cosme Vianna, que morreu em abril de 2024. O surfista e outros herdeiros foram incluídos no processo, que tramita na Justiça do Rio de Janeiro.
Pedro Scooby descobriu recentemente que tem mais uma irmã, chamada Mylena. Em entrevista ao colunista Lucas Pasin, do portal Metrópoles, o atleta contou que ela é filha de seu pai, Alexandre Cosme Vianna, que morreu em abril de 2024. A descoberta veio à tona durante uma ação judicial movida por uma ex-funcionária do empresário contra ele e seus herdeiros.
O processo foi aberto por Josilene, uma trabalhadora doméstica que afirma ter sido usada como “laranja” por Alexandre. Com a morte do empresário, a ação passou a envolver os filhos dele, entre eles o surfista, Maria Eduarda e João Vitor. Durante a análise do caso, porém, surgiu o nome de Mylena, que também foi registrada pelo pai.
Foi Duda quem descobriu que a mulher é sua irmã. Nas redes sociais, ela relatou que os filhos só começaram a compreender a dimensão de questões envolvendo o pai após a morte dele. Duda, inclusive, conviveu mais tempo com Alexandre do que Scooby. “Agora, depois que ele faleceu, passamos a ter ideia da gravidade de tudo que está por trás. Só para vocês terem uma leve noção, descobrimos no meio desse caos todos que temos mais uma irmã, registrada. Ele registrou ela, sempre soube dela, e escondeu de nós esse tempo todo”, disse.
Assista:
Pedro Scooby descobre que tem mais uma irmã após processo judicial movido por ex-funcionária do pai https://t.co/gieAWFJ77z
— WWLBD ✌🏻 (@whatwouldlbdo) October 9, 2026
À Pasin, ela explicou que a família ainda não conseguiu localizar Mylena. Duda ainda revelou que, nos últimos anos, surgiu outro irmão, mas ele foi não registrado pelo falecido: “Foi uma descoberta recente. Tem dois dias. Nós não temos nem noção do paradeiro dela ainda. Até então, sempre fomos nós três. Eu, João e Pedro. Depois de muitos anos, meu pai ainda vivo, descobrimos o Otto. Nos encontramos com ele, mas ele não chegou a ser registrado por opção dele. Agora surgiu a Mylena. É só o que sabemos devido ao caso judicial. Ele escondeu de todos nós. Nem as ex-esposas sabiam”.
O surfista também comentou a descoberta e garantiu que não sabia da existência da irmã antes da entrevista dada ao portal. “Não sabia disso. A Duda conviveu com o meu pai, eu não. Não sei nada da vida dele. Isso é fora os [filhos] que devem ter e não são registrados”, disse Scooby.

Essa não foi a primeira vez que Pedro Scooby descobriu que o pai tinha outros filhos. Em 2020, o atleta falou sobre Otto, que tem cerca de 40 anos: “Na hora que ele mandou (a mensagem), que eu olhei a foto dele, eu já liguei a pessoa que o meu pai falava que era. E eu falei: ‘Caraca, é ele!’. Eu passei a vida inteira sabendo que existia um irmão, mas não sabia onde procurar”.
Entenda o processo movido pela ex-funcionária do pai de Pedro Scooby
Josilene trabalhou durante sete meses em uma fazenda de Alexandre, em Vassouras, no interior do Rio de Janeiro. Segundo trechos do processo divulgados pela revista Quem, ela teria assinado documentos acreditando que estavam relacionados à contratação e ao vínculo empregatício. Posteriormente, a ex-funcionária descobriu que aparecia como sócia de cinco empresas vinculadas à família. As cobranças e execuções judiciais registradas em seu nome ultrapassariam R$ 1 milhão.
A mulher descobriu a situação após sofrer um AVC e tentar solicitar um benefício de incapacidade temporária. A Defensoria Pública do Estado do Rio de Janeiro, responsável por representá-la, identificou as dívidas e as empresas registradas em seu nome. Na ação, a ex-funcionária pede a anulação dos atos societários, a retirada de seu nome das cinco empresas e uma indenização de R$ 10 mil por danos morais.

Alexandre morreu em abril de 2024. Com a morte dele, Scooby e outros três herdeiros foram incluídos como réus no processo, o que não significa a participação nas irregularidades atribuídas ao pai. A Defensoria Pública confirmou à revista que a ação foi distribuída em 2 de outubro na 1ª Vara da Comarca de Barra do Piraí e aguarda análise do juiz. Saiba mais detalhes, clicando aqui.
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