O rei Charles III teria apoiado uma possível cerimônia em memória da princesa Diana pelos 30 anos de sua morte. Segundo fontes ouvidas pelo Daily Mail, o evento poderia reunir os príncipes William e Harry e abrir espaço para uma reaproximação entre os irmãos.
Uma homenagem à princesa Diana pode ser o ponto de partida para uma reaproximação entre os príncipes William e Harry. A pouco menos de um ano do 30º aniversário da morte de Lady Di, o rei Charles III não teria se oposto à realização de possíveis eventos em torno da data e pode, inclusive, participar de uma cerimônia em memória da ex-esposa. Segundo o Daily Mail, uma fonte próxima aos Windsor avaliou que a ocasião tem potencial para unir os irmãos novamente, após anos de distanciamento.
Até o momento, o monarca “não apresentou objeções” sobre a organização de uma missa de Ação de Graças em memória da ex-esposa. Segundo o especialista na família real, Ephraim Hardcastle, a cerimônia deverá ser “semelhante à de 2007, no 10º aniversário de sua morte, na Capela da Guarda do Quartel de Wellington, onde suas músicas favoritas foram tocadas e Harry fez o elogio fúnebre”.

Ele ainda destacou que o evento seria uma aposta para a reconciliação entre os irmãos. Para Hardcastle, uma cerimônia religiosa em homenagem à Diana pode mudar a relação entre William e Harry, mesmo que os dois “pareçam ter rejeitado qualquer possibilidade de trabalharem juntos”.
Uma fonte próxima dos Windsor reforçou o potencial de união da missa. “Essa seria uma forma inspiradora de homenagear Diana. William poderia celebrar a vida de sua mãe fazendo uma leitura”, sugeriu. O insider também afirmou que a opção seria “muito mais digna” do que William aceitar participar de um documentário sobre a mãe.
Desde que voltou ao Reino Unido, Harry está trabalhando em um projeto audiovisual para marcar os 30 anos de morte de Diana. Em setembro, o Daily Mail informou que o caçula tem procurado amigos e conhecidos da princesa para darem seus relatos ao documentário. A ideia, no entanto parece não ter agradado a William. O editor sênior do jornal, Richard Kay, revelou que o príncipe de Gales teria reagido com “intensa frustração” à novidade.
Harry e William cortaram relações em 2020, quando o caçula decidiu abrir mão das funções oficiais como membro sênior da monarquia ao lado da esposa, Meghan Markle. Após a decisão, o casal passou a viver em Montecito, na Califórnia, com os filhos Archie, de 7 anos, e Lilibet, de 5.

No período em que estiveram nos Estados Unidos, Harry e Meghan chegaram a dar declarações polêmicas envolvendo a família real. Em seu livro de memórias, “O Que Sobra”, o duque de Sussex revelou até mesmo uma briga que resultou em agressão física entre ele e o irmão. Seis anos após a mudança, os dois retornaram ao Reino Unido e vêm enfrentando um intenso cerco midiático.
A volta de Harry ao país natal, porém, não representa uma reconciliação com William. Ao Page Six, a especialista em assuntos da realeza, Kinsey Schofield, afirmou que o mais velho “lavou as mãos” em relação ao irmão.
“Ele tem a própria família para proteger e as responsabilidades como príncipe de Gales”, explicou, em declaração dada em setembro. “A presença dos Sussex sempre gera ruído e distração”, completou. A última vez que William e Harry estiveram juntos publicamente foi em 2024, durante o funeral do tio, Robert Fellowes, em Norfolk.
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