Catia Fonseca revela que presidente da Gazeta negou despedida e relembra divórcio sem cerimônias; assista


Em nova entrevista ao colunista Leo Dias, do Metrópoles, divulgada nesta quinta-feira (1º), Catia Fonseca abriu o coração sobre sua despedida da TV Gazeta e detalhou, ainda, uma fase difícil da vida, na qual enfrentou problemas financeiros, bem como o divórcio do jornalista Dafnis da Fonseca.

No papo, a apresentadora do ‘Melhor da Tarde’, da Band, relembrou sua saída da TV Gazeta, em que comandou o clássico “Mulheres” por 15 anos, até deixar a emissora, em 2017. De acordo com a comunicadora, sua decisão não repercutiu bem com a presidência da Gazeta, que, no dia de sua despedida, se recusou a recebê-la.

“Fui me despedir de todo mundo, fui me despedir da presidência que não quis me receber. Eu disse que não tinha problema, fui levar as frutas secas que sempre levei para ele, aí a secretária me disse: ‘Ele (presidente da emissora) não quer te receber’ (…) Eu disse que não tinha problema que eu morava do outro lado da rua e quando ele quisesse falar comigo era só me ligar”, recordou Catia.

O contrato de Fonseca só se encerrava em fevereiro de 2017. No entanto, ela reforçou que foi trabalhar todos os dias normalmente, mesmo após a esnobada. “Não foi traição, mas eu só vou sair em fevereiro, eu vou deixar os programas todos prontos, isso foi em 13 de dezembro. Eu avisei que iria todos os dias para trabalhar. (…) Eu entendo, mas eu faço por mim”, explicou ela.

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Divórcio

Na conversa franca, a apresentadora da Band abriu o coração sobre um assunto delicado: sua separação. Durante 27 anos, Catia foi casada com o jornalista Dafnis da Fonseca, com quem teve dois filhos, Tiago e Felipe. De acordo com a morena, a decisão do divórcio, que ocorreu em 2013, partiu dela mesma.

“Eu chamei os meninos (filhos) em casa. Eu já estava com a minha malinha pronta. Fui eu quem saiu de casa, era eu quem não queria mais, então eu saí. Não existe embate”, revelou a comandante do “Melhor da Tarde”. O apoio dos filhos teria sido fundamental para ajudá-la a seguir em frente com a ideia.

“Quando falo que eu não quero, eu não vou e eu já tentei de tudo. Eu não tenho problema em ser a primeira a sair de casa. Eu chamei meus filhos e disse que meu casamento não estava bom e queria me separar”, acrescentou. Ela admitiu que se surpreendeu com a reação dos filhos do casal, que disseram não entender o motivo por que os pais ainda estavam juntos. “Todo filho sente. Aí eu falei: ‘Já estou com as coisas aqui para ir embora. Eles falaram: ‘Pode ir que a gente cuida dele aqui’”, relembrou.

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Fase ruim

Ainda durante o bate-papo, Cátia recordou uma das fases mais complicadas de sua vida. Durante a infância, Fonseca e a mãe se viram com “uma mão na frente e a outra atrás”. A matriarca da família então precisou se dedicar a diversos trabalhos, como cozinhar para fora e fazer unha, tudo ao mesmo tempo para garantir o sustento da filha.

A situação teria ficado tão complicada, que elas precisaram morar de favor na casa de familiares. “A gente foi morar com minha tia de favor, com a irmã do meu pai, com uma mão na frente e a outra atrás. Minha mãe não tinha dinheiro pra nada, foi fazer unha, fazer salgadinho para fora. Moramos alguns anos na casa da minha tia, irmã do meu pai, com ela auxiliando tudo. De vez em quando, ele dava um dinheiro, mas eram elas que bancavam“, contou.

Catia revelou que a mãe foi babá e chegou a ter uma rotina de mais de 15h de trabalho. “A gente alugou uma casa e minha mãe também passou a fazer mantinhas, tipo as das freiras, para a gente estudar em colégio particular. Ela fazia bolo, depois começou a trabalhar de babá das 7h às 23h”, acrescentou. Assista à entrevista na íntegra:



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