A arquiteta Kaline Macedo viralizou ao relatar nas redes sociais como descobriu segredos sobre o ex durante o velório dele. Em entrevista e vídeos publicados no TikTok, ela relembrou o relacionamento, contou como a situação veio à tona e falou sobre as consequências que enfrentou depois.
A arquiteta Kaline Macedo viralizou nas redes sociais ao contar como descobriu que o ex mantinha mais de uma amante. Em um relato publicado no TikTok, que ultrapassou 3 milhões de visualizações, a cearense revelou que começou a desconfiar de tudo durante o velório do homem, que morreu em um acidente de carro. Segundo ela, outras duas mulheres se apresentaram como as “viúvas” do falecido na cerimônia, em Fortaleza, no último sábado (25).
Nos vídeos, Kaline contou que viveu um relacionamento de cerca de 12 anos com o homem, mas que só descobriu as traições durante o velório dele, quando sua mãe conversou com outra mulher que também dizia ser namorada do falecido. “Minha mãe encontrou uma mulher, começaram a conversar e minha mãe disse que estava no velório do genro dela. Já essa mulher falou que estava no velório do namorado da amiga dela, eles estavam juntos há três anos. Aí minha mãe disse o nome, e a mulher falou: ‘Ah, então você é mãe de fulana?’. E minha mãe respondeu: ‘Não, eu sou mãe de Kaline’. Descobriram que, além de mim como viúva, tinha mais duas”, relembrou.
Para não aumentar o sofrimento da filha, a mãe decidiu não contar nada naquele momento. Dias depois, porém, Kaline encontrou uma mensagem nas redes sociais e passou a desconfiar da traição. “Quando eu entrei nos stories, ela estava ali me detonando, falando um monte de coisa horrível sobre mim e falando sobre o grande amor que ela tinha vivido com o defunto. Eu nunca poderia imaginar que ele poderia ter uma caso com essa mulher”, pontuou.
Em seguida, ela ainda descobriu que o homem havia morrido ao retornar de uma viagem com uma terceira amante. “Ele morreu enquanto voltava de uma viagem com uma amante de 19 anos. Ele tinha 41”, afirmou.
Assista:
@kalinearqeng eu não ia contar sobre isso aqui, pq ainda mexe demais comigo tudo que eu descobri e passei. mas resolvi compartilhar pq pode ser que minha história sirva para ajudar alguma mulher a não passar pelo mesmo que eu.
@kalinearqeng continuação de como eu descobri que meu ex era um mitomaníaco e como ele fazia várias mulheres de idiota
Em entrevista à revista Marie Claire, a arquiteta deu mais detalhes sobre a relação. Ela contou que conheceu o ex em 2013, quando tinha 19 anos. “No início do namoro, ele era um cara muito amoroso, atencioso e carinhoso, mas fui percebendo aos poucos suas invenções, mas não queria gerar confusão. Acreditava que, como não era nada muito absurdo, poderia relevar”, explicou.
Segundo Kaline, o comportamento controlador também escalou ao longo dos anos e o homem chegou a instalar um aplicativo de controle parental em seu celular para acompanhar mensagens e sua localização em tempo real. Após nove anos de relacionamento, ela tentou terminar, mas ele disse que não aceitava a separação.
A arquiteta também relembrou como recebeu a notícia da morte. Ela havia viajado para visitar familiares quando perdeu contato com o namorado. Horas depois, foi informada pela irmã dele sobre o acidente. “Pensei que ele podia ter morrido por minha causa”, admitiu, ao explicar que imaginava que ele estivesse indo encontrá-la.
Depois do velório, Kaline e as outras mulheres passaram a trocar mensagens e comparar versões das histórias contadas pelo homem. Segundo ela, foi assim que perceberam como ele mantinha relacionamentos simultâneos e criava desculpas para esconder os encontros. “Lá, souberam que ele tinha outras duas mulheres além de mim. Descobriram uma que estava namorando com ele há três anos, e outra de apenas alguns meses. No dia em que ele morreu, os amigos ficaram zombando, porque iriam ter três viúvas no velório. Era como se ele ficasse feliz vendo que eu não conseguia perceber, se gabando por eu ser besta”, apontou.

Ela também confessou que viveu sentimentos contraditórios após a morte do ex. “Tinha sentimentos conflitantes dentro de mim. Quando ele morreu, senti certo alívio, porque não tinha mais o controle parental dele no meu celular e nem haveria mais perseguições. Me senti um lixo por ter ficado aliviada pela morte da pessoa com quem eu estava há 12 anos”, desabafou.
Hoje, nove meses depois de tudo, ela afirmou que ressignificou o luto e retomou a terapia. “Minha raiva não era mais dele, era de mim, por ter permitido que ele fizesse isso comigo. A responsabilidade era minha, senti que ele me controlava porque eu permitia. Passei por um processo em que meu cérebro congelou os meus sentimentos para que eu não desmoronasse. Com o tempo foram aparecendo os sinais, mas entendi que aquela pessoa com quem eu me relacionei, de fato, não existe mais”, concluiu.
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