Denilson deixou os campos em 2008, mas entre 2009 e 2010 passou para o outro lado da câmera e virou comentarista de futebol. Em conversa com Mônica Apor, do portal LeoDias, diretamente do Leilão Beneficente de Neymar Jr., ele refletiu sobre sua participação na Copa do Mundo 2026 e falou com carinho sobre o tempo que ficou na Band.
Ao longo de 14 anos, o ex-atleta se dedicou à emissora que o acolheu como uma mãe, segundo ele. Os anos de trabalho foram essenciais para levar uma boa bagagem consigo quando foi para a Globo e para o Mundial. “Me sinto filho da Band. Eu simplesmente estou traduzindo isso pra Rede Globo. Toda essa história de comunicador construída ao longo de 14 anos [na Band], eu tô transferindo pra Globo”.
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A oportunidade de comentar os jogos da Seleção Brasileira é considerada o auge desta outra carreira de Denílson. Ele não escondeu que teve momentos de emoção, entre uma partida e outra: “Me vi várias vezes dentro do campo, depois emocionado com o hino, dentro do vestiário chorando por causa de uma derrota… Vários flashes na minha cabeça durante o período da Copa do Mundo pela experiência de ter jogado a Copa do Mundo e ter tido a primeira experiência na linha de frente. É uma responsabilidade, Mônica, gigante!”.
Sobre o desafio de comentar o desempenho dos amigos sem ficar um clima ruim, o entrevistado foi direto e reto: essa época já passou. Denílson afirmou que essa insegurança realmente existiu nos primeiros anos como comentarista, quando precisava analisar o jogo de quem estava em campo com ele há poucos anos. Agora, felizmente, isso não acontece mais.
“Eu sempre tentei e continuo tentando ser o mais coerente possível com os meus comentários e minhas opiniões. No comecinho sim eu tinha essa… Como já são tantos anos, acho que não tem caminho mais correto”.





