Paris Jackson rebateu, nesta quinta-feira (13), um internauta que criticou sua aparência por causa das tatuagens. A atriz e cantora, filha de Michael Jackson, respondeu ao comentário em uma publicação no Instagram e defendeu sua relação com os desenhos que carrega pelo corpo.
Nesta quinta-feira (13), Paris Jackson, filha de Michael Jackson, rebateu um internauta que criticou sua aparência. Em um comentário no Instagram, a atriz e cantora foi chamada de “suja” por causa de suas tatuagens e deu uma resposta irônica ao perfil.
Paris tem uma coleção de mais de 80 tatuagens, que costuma exibir nas redes sociais. Em uma publicação do E! News sobre uma entrevista recente da artista, um internauta disparou: “Ela é linda, mas essas tatuagens fazem ela parecer suja e tiram a beleza dela”.
Sem papas na língua, Paris respondeu sarcasticamente: “Ah, não. O que será que eu vou fazer?” Em seguida, rebateu: “Eu sou suja sem as tatuagens”.

Muitas das tatuagens de Paris são homenagens ao pai, que morreu em 2009, aos 50 anos. Em 2016, ela tatuou no braço as palavras “Queen of My Heart” (“Rainha do Meu Coração”), escritas à mão por Michael. “Para todo mundo, ele era o Rei do Pop”, explicou Paris na época, em uma publicação no Instagram sobre o significado da tatuagem. “Para mim, bem, ele era o rei do meu coração”, completou.
Ela também tem a palavra “Applehead” (“cabeça de maçã”), um termo carinhoso que Michael costumava usar com pessoas queridas, tatuada no pé. Essa foi a décima tatuagem dedicada ao pai. “Ele não me trouxe nada além de alegria. Então, por que não ter lembretes constantes dessa alegria?”, contou ela à Rolling Stone, em janeiro de 2017.

Além das homenagens ao pai, Paris também vê suas tatuagens como uma forma de encontrar significado em momentos difíceis. “A arte das tatuagens sempre será motivo de controvérsia. Algumas pessoas gostam, outras absolutamente odeiam. Eu aprecio a arte, sempre apreciei, especialmente quando essa arte significa algo para mim”, refletiu em uma publicação no Instagram.
“Eu não vejo mais um passado sombrio. Minhas cicatrizes e meu passado de ódio por mim mesma foram cobertos por marcas de amor, criatividade, engenhosidade e profundidade. É claro que sempre carregarei meu passado comigo, mas vejo a tinta como uma forma de mudar para melhor, sempre evoluindo. Para mim, elas representam força”, concluiu.

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