Galvão Bueno falou sobre a possibilidade de narrar a Copa do Mundo de 2030 durante participação no “The Noite com Danilo Gentili”. O narrador também comentou sua atual fase no SBT e relembrou momentos marcantes de sua carreira ao lado de Ayrton Senna e Pelé.
Galvão Bueno abriu o jogo sobre a possibilidade de narrar a Copa do Mundo de 2030. Durante participação no “The Noite com Danilo Gentili”, que será exibida na íntegra nesta segunda-feira (31), o narrador foi questionado sobre os planos para o próximo Mundial e deixou a porta aberta para uma nova participação na competição.
“É o seguinte: está todo mundo falando tanto disso que, se eu estiver inteiro, eu faço”, respondeu ele. Recordista mundial de narrações em Copas do Mundo, o comunicador já transmitiu 154 partidas da competição ao longo de mais de 50 anos de carreira. Apesar de não confirmar um retorno definitivo, ele deixou claro que pretende estar presente no Mundial de 2030 e não descarta assumir novamente a narração.
O questionamento veio em meio a uma nova fase profissional de Galvão, que atualmente está no SBT. O narrador relatou como se sente com a experiência na emissora e destacou a repercussão da cobertura da Copa do Mundo pelo canal. “Estou muito feliz de estar trabalhando na casa do Silvio Santos. É um ambiente muito familiar e gostoso”, declarou.
Galvão também comemorou os resultados alcançados pelo SBT durante o Mundial e citou a partida entre Brasil e Japão como um dos destaques. “Queria falar um pouco do sucesso que nós alcançamos na Copa do Mundo. Por exemplo, a audiência do jogo Brasil x Japão no SBT foi a maior fora da Globo desde 1990. Os números que alcançamos pelo Brasil inteiro, e a crítica positiva também, foram outra coisa que me fizeram muito feliz”, acrescentou.

Com tudo isso, o comunicador deixou claro que pretende continuar na emissora por enquanto. “Agora, tem que ver como vai ser esse futuro próximo. Eu quero ficar aqui mesmo”, disse ele.
Durante a conversa, Galvão também mencionou seu amigo pessoal, Ayrton Senna. Ao falar sobre os grandes ídolos brasileiros, o narrador destacou a importância do piloto e Pelé: “O Brasil teve muitos ídolos esportivos, tem muitos ídolos e terá muitos, mas tivemos dois heróis nacionais: Pelé e o Senna”. Galvão ainda citou o primeiro campeonato de Senna, em 1988, entre os momentos mais felizes de sua carreira.
Já em relação a Pelé, Galvão disse que o considera um de seus três grandes mestres profissionais. “Eu tive três mestres na vida pelo trabalho que faço há mais de 50 anos: Boni, Armando Nogueira e Pelé”, contou.
O narrador recordou ainda uma lição que recebeu do Rei do Futebol durante um jantar, quando reclamou do assédio dos fãs: “Entende, nós vivemos do carinho deles, temos que ser eternamente carinhosos com eles”. A partir daquele momento, Galvão afirmou que nunca mais recusou um pedido de foto ou atenção do público. “O Pelé me deu essa lição e ele estava absolutamente correto. Ele era uma pessoa fantástica”, ressaltou.
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