Defesa de Deolane acusa polícia de não ter tecnologia para investigar celulares; entenda

Defesa de Deolane acusa polícia de não ter tecnologia para investigar celulares; entenda


A defesa de Deolane Bezerra entrou com um pedido na Justiça para poder acompanhar a extração de dados do celular da influenciadora e de outros acusados da Operação Vérnix. Segundo os advogados, o Ministério Público assumiu que não está capacitado para conseguir acessar e extrair dados do aparelhos e isso tem atrasado as datas previstas pela defesa para seguir com o caso.

Um trecho do pedido mostra que as “buscas” estão em pausa, já que a equipe de Presidente Venceslau, da Polícia Cintifica “não dispõe dos
dados destruídos do aparelho e não mais realiza a atividade”. O próprio órgão informou também que não tem um banco de dados para armazenar os aquivos-fontes dos dispositivos que serão averiguados.

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Reprodução: Instagram @deolane | SAP/Arquivo

Deolane Bezerra está na Penitenciária Feminina de Tupi PaulistaReprodução: Instagram @deolane | SAP/Arquivo

Reprodução: Instagram/@deolane

Deolane BezerraReprodução: Instagram/@deolane

Crédito: Van Campos - AgNews - Secretaria da Administração Penitenciária

Deolane Bezerra e Penitenciária Feminina de Tupi PaulistaCrédito: Van Campos – AgNews – Secretaria da Administração Penitenciária

Crédito: Van Campos/AgNews

Deolane Bezerra foi presa acusada de participar de um esquema de lavagem de dinheiro para uma facção criminosaCrédito: Van Campos/AgNews


A extração, então, deveria prosseguir ao Núcleo de Perícias Criminalísticas de Presidente Prudente, mas o pedido ainda não foi autorizado.

Com isso, os advogados de Deolane e de outros investigados alegaram que o prazo para representação da defesa deveria ser maior, já que não tiveram acesso a todo o conteúdo que fará parte da investigação. Além disso, também pontuaram que a falta de acesso a determinados dados pode impactar na construção da defesa em si.

A argumentação ocorreu no último sábado (15/8) e agora depende da análise da Justiça. Os advogados da influenciadora alegaram que “não compete à autoridade policial, ao Ministério Público ou ao Juízo realizar seleção prévia do conteúdo que considerem relevante. Cabe à defesa conhecer a totalidade do acervo e definir quais elementos são úteis à sua estratégia”.

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