A jornalista Thalita Tavares morreu aos 46 anos nesta quinta-feira (27). Conhecida pelo trabalho no jornalismo esportivo e pela apresentação do “Globo Esporte” no Tocantins, ela estava afastada da televisão desde 2013 e atuava em um centro especializado em autismo.
A jornalista Thalita Tavares morreu nesta quinta-feira (27) aos 46 anos em Santa Catarina. Segundo o g1, ela enfrentava um câncer e estava fora da TV desde 2013. Thalita ganhou destaque com o jornalismo esportivo e comandou o “Globo Esporte” do Tocantins. Ela também era a fundadora de um centro especializado em autismo.
Natural de Ribeirão Preto, no interior de São Paulo, Thalita chegou a Palmas em 2007. Inicialmente, ela começou a acompanhar campeonatos amadores e categorias de base. Com o tempo, a jornalista passou a cobrir diferentes modalidades e ganhou espaço principalmente nas decisões do futebol estadual. Entre os colegas de redação, era conhecida pelo apelido de “Japinha”.
Na TV Anhanguera, afiliada da Globo no estado, a Tavares assumiu a edição e a apresentação do “Globo Esporte”. Paralelamente ao trabalho na televisão, ela também atuou como comentarista esportiva na rádio CBN Tocantins.
Thalita permaneceu no estado durante seis anos e costumava defender o esporte como uma ferramenta de transformação na vida das pessoas. Em 2013, ela saiu da TV e se mudou para Maceió, em Alagoas, para acompanhar a família. A emissora chegou a fazer uma homenagem à profissional.
Assista:
Homenagem a jornalista Thalita Tavares pic.twitter.com/89S5IvZUcQ
— WWLBD ✌🏻 (@whatwouldlbdo) August 27, 2026
Último pedido
Anos depois, a jornalista passou a se dedicar a um projeto ligado à maternidade e foi uma das fundadoras do Espaço Junior – Centro Especializado em Autismo, que recebeu o nome de seu filho, atualmente com 10 anos. Em nota nas redes sociais, a instituição lamentou sua morte e destacou a importância de Thalita para a criação do espaço.

No comunicado, o centro também falou sobre o período em que Thalita enfrentou o câncer. “Quem conviveu com ela sabe da força que ela era. Uma mulher de energia rara, que não passava despercebida em lugar nenhum, e que foi exemplo nos mais diferentes sentidos. No último ano, encarou um câncer do mesmo jeito que encarava tudo na vida: com bom humor e com uma leveza que impressionava todo mundo em volta”, declarou.
A instituição ainda informou que não haverá velório, atendendo a um pedido feito pela própria jornalista. “A pedido dela, não haverá velório. Agradecemos a cada pessoa que, ao longo desses meses, enviou uma oração, um pensamento, uma energia positiva. Que todas elas a acompanhem agora, com muita paz e muita tranquilidade”, finalizou.
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