Marina Ruy Barbosa elogiou uma análise da revista Veja sobre a repercussão de sua participação no “Altas Horas”, da Globo. O texto abordou as piadas nas redes sociais sobre a forma pausada como a atriz falou durante a conversa com Serginho Groisman.
Nesta segunda-feira (24), Marina Ruy Barbosa elogiou uma análise da revista Veja sobre a repercussão de sua presença no “Altas Horas“, exibido no sábado (22). O texto discutiu as piadas feitas nas redes sociais sobre a maneira pausada como a atriz falou durante a atração e relacionou o episódio a uma participação de Fernanda Torres no programa.
A aparição de Marina na produção chamou a atenção dos internautas pelo jeito calmo e descontraído adotado pela atriz durante a conversa com Serginho Groisman. A cena rapidamente repercutiu nas redes sociais, rendendo comparações e piadas. “Não tô aguentando a Marina Ruy Barbosa falando na velocidade 0,5”, escreveu um perfil, no X.
Assista:
não tô aguentando a Marina Ruy Barbosa falando na velocidade 0,5 kkkkkkkkkkkk#AltasHoras pic.twitter.com/PGIp2RnOIE
— Matheus (@matheuscaseca) August 23, 2026
Em uma análise intitulada “O que piada com Marina Ruy Barbosa diz sobre nossos tempos acelerados”, a Veja destacou como um detalhe pequeno de uma entrevista pode ganhar grandes proporções. “No último sábado, 22, Marina Ruy Barbosa participou do Altas Horas para divulgar Antártida, novo filme nacional de suspense que abriu o Festival de Cinema de Gramado no dia 14 de agosto. O que acabou ganhando destaque, porém, foi um detalhe aparentemente banal: a atriz falou de maneira mais pausada durante a entrevista. Bastou isso para que a cena fosse transformada em piada nas redes sociais — e associada a outro momento célebre do programa, protagonizado por Fernanda Torres”, diz o texto.
A publicação também chamou atenção para a velocidade com que a internet transforma momentos espontâneos em assunto: “A comparação não nasceu exatamente da semelhança entre as duas situações, mas da memória coletiva da televisão e da velocidade com que a internet transforma pequenos gestos em assunto. No caso de Marina, o ritmo mais lento da fala foi interpretado de maneira bem-humorada pelos espectadores, que resgataram o relato de Fernanda sobre uma participação anterior no programa de Serginho Groisman”.

Para explicar a comparação, a Veja relembrou o caso contado por Fernanda Torres no “Que História É Essa, Porchat?”: “Na ocasião, Fernanda contou no Que História É Essa, Porchat? que chegou ao Altas Horas depois de uma série de imprevistos e ouviu de uma pessoa que estava ‘totalmente drogada’. O comentário, evidentemente, não correspondia ao que havia acontecido. A atriz apenas protagonizou uma participação particularmente caótica e divertida, que incluiu até uma apresentação de Vapor Barato com integrantes d’O Rappa”.
A participação de Marina, segundo a revista, ajuda a entender por que a lembrança de Fernanda voltou à tona. “O episódio musical ajuda a explicar por que a lembrança voltou agora. Fernanda havia aprendido a canção em uma versão com andamento diferente e teve dificuldade para acompanhar a banda. O desencontro rendeu risadas no estúdio e se tornou um daqueles momentos espontâneos que a televisão, em sua melhor forma, consegue produzir sem planejamento”, concluiu.
Marina, por sua vez, aprovou a análise. Em uma publicação no X, a atriz compartilhou o texto e escreveu: “Amo matérias inteligentes”. A frase veio acompanhada de um emoji de coração. Veja:
amo materias inteligentes 🫀 https://t.co/qrWk36fTSE
— Marina Ruy Barbosa (@mariruybarbosa) August 24, 2026
Siga o Hugo Gloss no Google Discover e acompanhe nossas notícias
